
Veja nossas primeiras impressões
Depois de Evil Dead (2013) e Evil Dead Rise, a franquia retorna com mais uma sequência que aposta em uma identidade própria. Desta vez, o comando fica nas mãos de Sébastien Vaniček, diretor de Infestação, e ele traz toda a roupagem de um terror francês.
Sem entrar em spoilers, Evil Dead Burn entrega o que os fãs esperam: violência extrema, muito sangue e uma direção cheia de personalidade. Ao mesmo tempo, algumas escolhas dividem opiniões e impedem que o longa alcance o mesmo impacto que os anteriores.
O que funciona
Um dos maiores acertos está na direção. Vaniček aproveita o espaço limitado da casa para criar enquadramentos criativos e cenas que mantêm a tensão durante boa parte do filme. Além disso, alguns personagens conseguem conquistar o público rapidamente, tornando certos momentos muito mais impactantes.
Outro ponto positivo é que, apesar da influência do cinema de terror francês, o filme ainda preserva a essência de Evil Dead.
O que poderia ser melhor
Nem tudo é um mar de rosas (ou de sangue). Os primeiros minutos demoram um pouco para engrenar.
Também há decisões no final e na cena pós-créditos que podem deixar parte dos fãs com a sensação de que foram inseridas apenas para tentar cavar futuras continuações.
Vale o ingresso?
Se você acompanha a franquia, a resposta é sim. Evil Dead Burn continua sendo uma boa experiência no cinema e entrega vários momentos memoráveis, mesmo sem superar todos os filmes anteriores.
No vídeo completo eu explico esses pontos com mais detalhes, comento as cenas que mais chamaram minha atenção e falo sobre a ligação do filme com o restante da franquia.

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